O Pampa em camadas: 5º ano revisita povos, território e Sepé Tiaraju

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O Pampa em camadas: 5º ano revisita povos, território e Sepé Tiaraju

As turmas do 5º ano exploram a formação cultural do Rio Grande do Sul por meio da Arte, com produções sobre o encontro dos povos, a Terra sem Males e o legado de Sepé Tiaraju, apresentadas no Raízes do Pampa.

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O Raízes do Pampa levou os alunos do 5º ano a olhar para diferentes partes da história do Rio Grande do Sul a partir da Arte. Em três propostas distintas, as turmas trabalharam temas ligados aos povos que formaram o território, à cultura Guarani e à trajetória de Sepé Tiaraju, dando origem a obras apresentadas na exposição do projeto.

Na turma 51, “O Encontro dos Povos” foi construído com colagem de papéis e elementos naturais. A escolha dos materiais ajudou a representar visualmente diferentes presenças, encontros e marcas deixadas ao longo da formação cultural do estado.

A turma 52 desenvolveu “Terra sem Males”, uma pintura sobre painel de MDF inspirada em uma referência importante da cultura Guarani. A obra abriu espaço para pensar sobre território, pertencimento e formas de compreender a relação entre povo e terra.



Na turma 53, “Sepé Tiaraju e seu Legado” trouxe ao centro da produção uma figura profundamente ligada à história do Rio Grande do Sul. Por meio do mosaico, os alunos construíram coletivamente uma imagem que conecta memória, identidade e permanência histórica.

As fotografias e os vídeos registraram tanto o processo quanto o resultado. Recortes, pinturas, organização das peças e escolhas feitas ao longo da produção mostram que a exposição foi apenas uma parte de um trabalho maior desenvolvido pelos estudantes.

Esse percurso faz parte da proposta do Raízes do Pampa. Ao longo do projeto, Arte, literatura, história, costumes e tradições gaúchas aparecem de diferentes formas no cotidiano escolar, aproximando os alunos de referências que ajudam a compreender o lugar onde vivem.



Quando essas aprendizagens chegam à exposição pelas mãos dos próprios estudantes, o conhecimento deixa de aparecer apenas como conteúdo estudado. Ele passa a ocupar o espaço, provocar perguntas e revelar novas leituras sobre uma cultura que continua sendo construída e transmitida entre gerações.

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Astronauta da Escola Santa Mônica acenando sentado na lua